segunda-feira, 18 de outubro de 2010

E eu, sentada na sala de espera do consultório médico, li numa revista, sem saber o autor da crônica que descrevia um file do Festival de Tiradentes.

A revista já estava velha, meio rasgada, mas a frase ficou:

" Viajo porque amo.
Volto porque preciso."

E claro que os trocadilhos vieram na minha cabeça. E no momento pensei que ele merecesse escutar:

Viajo porque preciso. Sou do mundo, não me pertenço. Mas volto!
Volto porque te amo. Vou te levar pra viajar...

Bia

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Catoptrofobia

Meu Deus, Será que tem gente que espanta tanto assim???

Catoptrofobia é o medo de espelhos...

Fonte: meninadellart.zip.net

Cada uma... Cada bichinho de assombração...

Bisous,

Bianca de Neve

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Fobias...

Oi, Marrânei!

Como vc bem sabe, todos temos simples sintomas de TOC. Eu e vc somos quase experts em não termos a doenças, mas termos várias dos sintomas dela, ehahahe

Então, em homenagem a isso, vou te mandar sempre posts de fobias engraçadas. Vai que algum dia a gente possa ter alguma delas. Pelo menos uma ri da outra, né...

ABLUTOFOBIA = Medo de Tomar Banho!



Fonte: http://g1.globo.com

Amiga, por favor não tenha essa. Já basta um Cascão na vida, né...

Bisous,

Bia

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

La Roux

Algo que não sai da minha cabeça??? La Roux...

A dulpa de eletro e synthpop tem lugarzinho certo na minha trilha sonora!

O produtor Ben Langmaid e a vocalista Elly Jackson sofrem uma boa influencia dos anos 80e a aparência super andrógena de Elly dá o toque extra, além de ditar o nome da banda. O próprio nome define o clima da banda: La Roux é a definição do gênero masculino ruivo, apesar do artigo feminino.

Acho super digna a aparência de Elly, com o cabelo mais incrível e guarda roupa vintage de dar invejinha a qualquer pessoa.

Super indico!

Bisous,

Bia

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Amigas-Irmãs

É, Marrânei, tem gente que entra na vida da gente sem pedir licença, quase que invadindo aquele espacinho vazio no nosso coração.
E eu tenho muitas pessoas assim sobre as quais escrever, mas queria te contar sobre uma amiga irmã, como vc...
Essa irmã, não é de sangue, mas como se fosse, foi escolhida a dedo para entrar na vida da minha família e ser mantida creio que não por acaso. Ela é de longe, literalmente, mais parecida comigo fisicamente e emocionalmente do que a minha irmã de sangue.
E como grande amiga que é, mesmo estando perto ou distante, sempre escolheu estar ao meu lado, independente dos momentos bons ou ruins, que muitas vezes não só eu, como ela mesmo vem passando.
E amiga que é amiga, ou amiga irmã, como prefiro chamar, é assim. É quase como um casamento... Pode até ser relação de amor e ódio. Mas está sempre ali, do ladinho, esperando por nós.
Cala na hora de calar. Fala na hora de falar. E mais que isso, muitas vezes fala na hora que a gente quer que se cale, simplesmente para falar o que não queremos escutar mais precisamos.
Ser amiga irmã é simplesmente estar sempre ao lado, mesmo que longe, mesmo que distante. É escutar o choro e dar o ombro para isso. É sorrir pelo telefone. É ligar para dar um oi. É, na despedida, sempre achar que nunca o é. E ligar logo em seguida só para saber se estar tudo bem.
É sempre achar um laço de acordo dentro do coração quando nas diferenças.
E é por essa pessoa que eu escrevo hoje sem citar nomes, pq essa pessoa sabe muito bem quem é e até por isso eu preciso agradecer.
Muito obrigada por ter me acolhido, me recebido, me aguentado e ter me dado muito carinho.

Te amo muito, amiga.
Bia

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Fonte: /api.ning.com/files


Marlinda!!!

Ontem fiquei conversando com nosso amigo phyno da Alemanha, como sempre...

E tenho agradecido muito pela família e pelos amigos que eu tenho, mesmo à distância.

Enfim, meus amigos distantes têm estado muito presentes nos últimos tempos, de todos os lugares do mundo, inclusive você.

Então, eu queria falar sobre as diferenças e diversidades. Porque amigo a gente escolhe, com defeitos e qualidades. E eu amo todos por serem tão diferentes e mesmo assim termos afinidades.

Meus pais sempre me ensinaram a buscar pessoas que nos acrescentem para que, juntos, possamos multiplicar alegrias. E eu creio que meus amigos de verdade são assim: com coisas em comum, mas com tantas diferenças que me agregam milhões de valores.

E conversando sobre isso, nosso amigo disse que “terminou” com duas amigas devido às diferenças.

Então eu decidi deixar aqui um recadinho não só pra ele, mas como para as pessoas que fazem parte da minha vida:

Amizades são dádivas.
Opostos que resolvem compartilhar momentos de alegria, tristeza, incerteza, expectativas...
Cada qual com suas manias, bizarrices, traumas e gostos. E mesmo assim se aceitam! Até porque não se devolvem alguém pelos seus defeitos. Amigos também são "mercadorias estragadas".
E amigos, humanos que são, tem machucados, cicatrizes e arranhões no coração. E que não tem?
E machucados na alma não são fáceis de sarar. Mas são essas ranhuras que criam as diferenças. Alguns tornam-se muito fortes e outros rabugentos, outros pessimistas, criadores de obstáculos e muralhas em volta de si. Mas isso só quer dizer: “olha, eu tô machucado. Preciso de vc!”

E quando o coração de alguém está doendo,algo pode fazer toda a diferença:

"Nenhuma das suas cicatrizes me faz te amar menos".

Bia

sexta-feira, 25 de junho de 2010

My Parents were awesome

Hoje bateu saudade imensa dos meus pais. Meus pais são demais, como vc já bem sabe e conhece.

Claro que lembro deles tooooodos os segundos, mas eu amo um site que tem super a ver com isso. Entro de vez em sempre.

Meus pais sempre foram super estilosos e acho que este site se encaixa num momento de nostalgia...

“My Parents were awesome” é um compilado de fotos antigas de casais em décadas passadas, enviadas pelos próprios filhos, que fazem uma homenagem aos pais incríveis, antes de serem pais.

Como meus pais também são AWESOMES logo consigo uma fotinho antiga dele pra postar lá Tb!

Clique aqui e faça uma viagem pelo túnel do tempo e curta um festival de bigodões, calças boca-de-sino, camisas de poliéster e cortes de cabelo hilários.


Bise,

Bia